E é isso que faz de mim, eu. Eu gosto de falar sem hipocrisia, sem metira, na cara do perigo. Por coisas que ninguém fala, mas todo mundo vê.
Causar disputas entre partes, atear fogo em álcool, falar e ouvir. Poucos sabem que prefiro muito mais uma polêmica que me faça mudar de opinião do que ter razão. É o fundamento da discussão para mim.
Mas a questão é outra. O texto é sobre a irreverência, sobre a inconveniência. Pois nunca é conveniente falar sobre a verdade. Talvez eu pudesse pensar em tréguas, mas fosse pra ser assim não seria nada. Não tem meio, ou é vazio ou cheio.
E as palavras entram, como agulhas, e a verdade faz bem. Talvez seja acupuntura pro coração.
E polêmica não é sinônimo de briga, geradores de polêmicas descobrem mais, sabiamente mais.
Não é sinônimo, mas é homógrafo. Ou pelo menos atrativo.
Eu sei o quanto incomoda, mas prefiro ser incômodo. O humor me protege, a sedução e a persuasão.
Nada como um belo sorriso, que precisa ser consertado.
Att Buh
15:21/SP